A ideia foi criar uma exposição lúdica, pensada para grupos de escolas e famílias crianças e adultos que ali podem interagir e complementar seus saberes.
Pensamos que uma visita ao museu pode ser uma experiência criativa, que vai além do simples observar obras de arte.
O título da mostra alude à aventura, como experiência divertida e curiosa, que envolve o ver (esculturas) e o ler (legendas e textos), presentes na exposição, assim como também o imaginar e o inventar, com o escrever (frases e poemas), o desenhar (projetos de novas esculturas), usando para isso a mesa-ateliê instalada no próprio espaço.
Ao mesmo tempo em que proporciona essa relação criativa, divertida e íntima com a arte, a exposição também oferece uma coleção das mais importanes esculturas que compõem o acervo do MAC USP. Ali, os visitantes terão a chance de ver de perto obras de Boccioni, Calder, Soto, Waldemar Cordeiro , Mary Vieira , Franz Weissmann , Barrão , Carratu e Luiz Hermano .
Em comum, essas importantes obras têm a potência de movimento. A partir do móbile de Calder, passando por um homem prestes a marchar, em Formas Únicas de Continuidade no Espaço, de Umberto Boccioni , chegando numa mala (José Carratu), numa escada apoiada com carrinhos (Barrão) e num pião (Luiz Hermano), o espaço parece querer se mexer.
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